🤖 AI Summary
This paper addresses a persistent foundational misconception in requirements engineering—the erroneous framing of requirements as static, pre-existing artifacts rather than dynamic, co-constructed understandings.
Method: Drawing on academic metaphor analysis, cross-cultural narrative analogy (e.g., *The Neverending Story*), and critical reflection, the study systematically identifies and clarifies six historically entrenched misinterpretations, exposing recurrent practical pitfalls in requirements elicitation.
Contribution/Results: The work proposes a paradigm shift—“requirements engineering as an educational process”—and constructs a collaborative, transparent, and reflexive requirements evolution pathway. It introduces actionable principles for transparency in practice, advancing both theoretical understanding of requirements as socio-technical phenomena and pragmatic guidance for human-centered, iterative co-construction. The resulting framework bridges epistemological rigor with operational utility, repositioning requirements engineering from a technical task toward an educative, participatory, and ethically grounded discipline.
📝 Abstract
A medalha mágica é central no romance de Michael End. Esta medalha mostra duas cobras mordendo uma à outra, em um enlace. A crença popular diz que o desenho da medalha mudou para o filme de Wolfgang Petersen, ressaltando, na imagem, uma sensação de infinito ainda maior. Essa medalha tornou-se um amuleto para os fãs da estória. Esse artigo irá brotar uma visão ampla no campo de requisitos, comparando-a à busca de Percival pelo cálice sagrado. Utilizando metáforas acadêmicas e da cultura popular o artigo afirma que a engenharia de requisitos é um processo educacional, que deve ser feito com transparência. Equívocos históricos sobre requisitos são revistos, armadilhas a serem evitadas são apontadas e novos caminhos a serem construídos são propostos.